terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
iTunes chega ao Brasil dia 8 de dezembro, diz colunista
O iTunes deve estrear a versão brasileira em 8 de dezembro segundo o colunista Lauro Jardim, da revista Veja, em postagem no site da publicação no último sábado.
Para o lançamento, a Apple teria fechado um acordo com diversas gravadoras. Um dos principais artistas do catálogo inicial será Roberto Carlos, que, até o momento, não havia liberado seus álbuns para venda on-line.
Sonora
O Terra oferece há mais de cinco anos o Sonora, serviço online que permite ouvir milhares de músicas. O serviço é o mais completo canal de música da América Latina, e traz canções 100% legalizadas, lançamentos nacionais e internacionais exclusivos e a possibilidade de compartilhar os títulos por email, Facebook, Twitter e Orkut. No Sonora o usuários pode ouvir música ilimitada pela web ou baixar títulos em MP3 para ouvir no PC, celular e tablet.
Fonte: Terra
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Festival Brasileiro de Cerveja 2011
Ouça o programa Pão & Cerveja sobre o Festival Brasileiro da Cerveja de Blumenal
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Louras, nem tanto, mas legítimas e assinadas
Produção de cervejas artesanais é retomada em Juiz de Fora, que já foi polo de fabricação da bebida em Minas, pelas mãos de modernos cervejeiros que usam as velhas técnicas de elaboração
Segundo o Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindbebidas/MG), Juiz de Fora ocupa a segunda posição entre os municípios mineiros que mais produzem cerveja, perdendo apenas para Belo Horizonte. Atualmente, a cidade conta com uma microcervejaria e oito cervejarias caseiras. Juntas, elas fabricam, em média, 25 mil litros por mês, quase 25 vezes mais do que há cinco anos.
“Havia até certa rejeição e preconceito com a cerveja artesanal, pois acreditava-se que ela não tinha a mesma qualidade das demais. Mas, de dois anos para cá, a aceitação entre os consumidores aumentou, pois eles exigem outros sabores para combinar com pratos”, diz Pedro Peters, dono da Cervejaria Barbante, cuja produção foi retomada em 2007.
Peters é tataraneto do primeiro fabricante de cerveja de Minas Gerais. Fundada em 1861 pelo imigrante alemão Sebastião Kunz, a “linha de produção” funcionava na antiga Colônia D. Pedro II, então conhecida como Colônia de Cima, onde hoje fica o Bairro São Pedro.
“Nosso processo de cozimento é semelhante ao usado na época. A diferença é que, ao invés de arroz e milho, hoje empregamos malte e lúpulo, ingredientes aos quais os imigrantes não tinham acesso na época”, conta.
De acordo com Peters, na segunda metade do século XIX, a cervejaria, cercada por um belo bosque, se tornou um local de lazer e ponto de encontro de famílias alemãs que se reuniam e se divertiam cantando e dançando músicas tradicionais, enquanto degustavam diversos tipos de cervejas e apreciavam comidas típicas da terra natal.
“A herança de família é o principal fator que me fez retomar a produção”, conta Peters, que preserva vários documentos, fotos e ferramentas ligados à atividade. Curiosamente, o nome Barbante faz referência à técnica utilizada no passado para prender as rolhas e evitar estouros durante o processo de fermentação.
Antes de começar a comercializar a bebida, Peters ficou durante um ano e meio aperfeiçoando a técnica. Hoje, diz que dedica cerca de oito horas diárias para cada processo, que demora um mês para ser finalizado. A Barbante produz 1.300 litros mensais e cinco variedades de cervejas:pale ale, red ale, weiss, stout e índia pale ale.
Seis anos após a abertura da fábrica pioneira de Sebastião Kunz, os alemães criaram a segunda cervejaria de Juiz de Fora. A Kremer & Cia nasceu em 1867, no Morro da Gratidão, atual Avenida dos Andradas, em um terreno comprado da Companhia União e Indústria. A cidade chegou a contar com oito fábricas especializadas e, no fim do século XIX, foi considerada o principal polo cervejeiro de Minas.
Negócio rentável o ano inteiro
Os motivos que levaram à retomada da produção de cerveja em Juiz de Fora ultrapassam, muitas vezes, os vínculos históricos entre a cidade e a bebida. Cristiam Rocha, dono da marca Profana, precisava de um produto que atraísse a freguesia também no verão. Ele é proprietário do bar Boi na Curva, especializado em caldos que fazem sucesso principalmente no inverno. “Mas são produtos sazonais”, diz.
O empresário deu início à produção artesanal no andar de cima do bar, em 2007. De lá para cá, o volume fabricado saltou de 240 para 1.500 litros de cerveja por mês. “Descobri que é possível, e até mais provável, que a cerveja de alta qualidade seja a produzida em baixa escala, assim como vinhos e queijos”, ressalta. Rocha faz nove tipos de chope – a “cerveja viva”, ou seja, antes de ser pasteurizada.
Cristiam passou a investigar a fundo o tema, fez visitas técnicas a cervejarias consagradas e descobriu que existem 120 tipos da bebida. “O que as diferencia são fatores como temperatura de fermentação, levedura usada e quantidade de ingredientes, entre outros”, diz o fabricante que, em 2009, ficou em primeiro lugar em um concurso promovido pela Associação dos Cervejeiros Artesanais do Brasil (Acerva).
De aprendiz, o cervejeiro passou a mestre e agora se prepara para ministrar um curso para ensinar técnicas de fabricação artesanal da bebida a 60 pessoas.
Receita e talento herdados da vovó
Um livro de receitas que ganhou de presente da avó, chamado “Enciclopédia da vida – como fazer cerveja”, foi o que levou o administrador de empresas Pedro Scarlatelli de Souza, de 29 anos, a montar a Brauhaus (casa da cerveja) em Juiz de Fora. “Sempre tive esse sonho”, revela.
A Brauhaus funciona há um ano e meio. No local são produzidos de 800 a mil litros semanais de dez variedades: pilsen, oktoberfest, bock, irish red, staout, ipa, hefeweizen, belgian ale, dubbele A última tem 9,5% de teor alcoólico.
“É uma boa coincidência a retomada das cervejarias em Juiz de Fora”, ressalta o administrador que, entretanto, é descendente de italianos. Souza lembra que o renascimento das cervejas artesanais começou em São Francisco, nos Estados Unidos, há cerca de 30 anos. No Brasil, o recomeço veio graças à marca Baden Baden, de Campos do Jordão (SP), em 1999.
Cristiam passou a investigar a fundo o tema, fez visitas técnicas a cervejarias consagradas e descobriu que existem 120 tipos da bebida. “O que as diferencia são fatores como temperatura de fermentação, levedura usada e quantidade de ingredientes, entre outros”, diz o fabricante que, em 2009, ficou em primeiro lugar em um concurso promovido pela Associação dos Cervejeiros Artesanais do Brasil (Acerva).
De aprendiz, o cervejeiro passou a mestre e agora se prepara para ministrar um curso para ensinar técnicas de fabricação artesanal da bebida a 60 pessoas.
Receita e talento herdados da vovó
Um livro de receitas que ganhou de presente da avó, chamado “Enciclopédia da vida – como fazer cerveja”, foi o que levou o administrador de empresas Pedro Scarlatelli de Souza, de 29 anos, a montar a Brauhaus (casa da cerveja) em Juiz de Fora. “Sempre tive esse sonho”, revela.
A Brauhaus funciona há um ano e meio. No local são produzidos de 800 a mil litros semanais de dez variedades: pilsen, oktoberfest, bock, irish red, staout, ipa, hefeweizen, belgian ale, dubbele A última tem 9,5% de teor alcoólico.
“É uma boa coincidência a retomada das cervejarias em Juiz de Fora”, ressalta o administrador que, entretanto, é descendente de italianos. Souza lembra que o renascimento das cervejas artesanais começou em São Francisco, nos Estados Unidos, há cerca de 30 anos. No Brasil, o recomeço veio graças à marca Baden Baden, de Campos do Jordão (SP), em 1999.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
III Festa de Natal da Taberna do Vale
Pos Felipe Viegas
Acontecerá dia 26 de novembro, das 10 às 22horas, na Av. Canadá, 968 – Bairro Jd. Canadá – mapa no nosso endereço eletrônico: www.tabernadovale.com.br
O formato este ano será um pouco diferente, com muitas novidades:
Além do tradicional espaço da Taberna do Vale, uma grande tenda será montada na rua em frente, de modo que a festa terá um ESPAÇO MAIOR E COBERTO, já que as chuvas podem acontecer... Mas acredito que, como nos dois anos anteriores, Gambrinus vai apoiar nossa luta pela disseminação da cultura cervejeira e não choverá! Se chover, sem problemas, estará tudo coberto;
O formato este ano será um pouco diferente, com muitas novidades:
Além do tradicional espaço da Taberna do Vale, uma grande tenda será montada na rua em frente, de modo que a festa terá um ESPAÇO MAIOR E COBERTO, já que as chuvas podem acontecer... Mas acredito que, como nos dois anos anteriores, Gambrinus vai apoiar nossa luta pela disseminação da cultura cervejeira e não choverá! Se chover, sem problemas, estará tudo coberto;
Serão apresentadas cervejas e chopes de mais de 15 Homebrewers Mineiros, alunos da Taberna do Vale ou Associados da ACervA Mineira, totalizando 20 ESTILOS DE CERVEJAS DIFERENTES;
Realizaremos, em parceria com o site Degustaweb, os CIRCUITOS DE DEGUSTAÇÃO. Serão 6 Circuitos distintos, cada um com 5 cervejas. Comprando a cartela, você ganha uma CANECA DE DEGUSTAÇÃO – 300ml (limitação de 300 unidades), além de participar de sorteios de Kits de Cervejas da Taberna do Vale e um final de semana na Pousada “Estalagem do Mirante”. Ressaltamos que o objetivo desses Circuitos é desafiá-los a degustar uma maior variedade de cervejas, aprofundando um pouco mais seu conhecimento sobre o universo cervejeiro... Por isso, nada será cobrado pela aquisição do Circuito, além do valor exato dos cinco chopes que serão degustados.
Outra novidade será a tarde do Cervejeiro Roqueiro, aonde teremos um palco com SHOW DE ROCK´N ROLL;
Dentro da Taberna, um espaço mais confortável, equipado com mesas e cadeiras;
Dentro da Taberna, um espaço mais confortável, equipado com mesas e cadeiras;
Para petiscar:
o tradicional ESPETINHO DO BOI em parceria com o CHEF FELIPE LEROY, sempre presentes nas festas da Taberna;
RIMA DOS SABORES, eleito a “melhor cozinha” de Belo Horizonte pela Revista Veja – ano 2011, com a presença do grande parceiro CHEF JULIANO CALDEIRA;
LES CHEFS, com a grande revelação da Gastronomia Mineira, o CHEF URIEL AUGUSTO;
o tradicional ESPETINHO DO BOI em parceria com o CHEF FELIPE LEROY, sempre presentes nas festas da Taberna;
RIMA DOS SABORES, eleito a “melhor cozinha” de Belo Horizonte pela Revista Veja – ano 2011, com a presença do grande parceiro CHEF JULIANO CALDEIRA;
LES CHEFS, com a grande revelação da Gastronomia Mineira, o CHEF URIEL AUGUSTO;
Os chopes da cervejaria anfitriã – Taberna do Vale:
Taberna Hell – Munich Helles (Pílsen)
Carolweiss – Weissbier (Trigo)
Duke´n Duke – Premium Bitter (Pale Ale)
Celtic – Extra Special Bitter (ESB)
Taberna Dry Stout – como todo ano, produzimos uma receita exclusiva para lançamento na Festa de Natal...
As Cervejarias presentes com suas cervejas na festa:
Cervejaria Artesana;
Cervejaria Ave César;
Cervejaria Esse Bier;
Cervejaria Gosling Bier;
Cervejaria Independente;
Cervejaria Jambreiro;
Cervejaria Karpens;
Cervejaria Lisboa;
Cervejaria OLA;
Cervejaria Pandora;
Cervejaria Siberiana;
Cervejaria Vilã;
Cervejaria VM Beer.
A ENTRADA É FRANCA
A última novidade para a edição 2011 da Festa de Natal da Taberna do Vale:
Convidamos você também para fazer parte de um Natal de verdade... Faça sua boa ação do dia, leve um BRINQUEDO para a festa e colabore com o sorriso das crianças mais carentes do bairro...
Taberna Hell – Munich Helles (Pílsen)
Carolweiss – Weissbier (Trigo)
Duke´n Duke – Premium Bitter (Pale Ale)
Celtic – Extra Special Bitter (ESB)
Taberna Dry Stout – como todo ano, produzimos uma receita exclusiva para lançamento na Festa de Natal...
As Cervejarias presentes com suas cervejas na festa:
Cervejaria Artesana;
Cervejaria Ave César;
Cervejaria Esse Bier;
Cervejaria Gosling Bier;
Cervejaria Independente;
Cervejaria Jambreiro;
Cervejaria Karpens;
Cervejaria Lisboa;
Cervejaria OLA;
Cervejaria Pandora;
Cervejaria Siberiana;
Cervejaria Vilã;
Cervejaria VM Beer.
A ENTRADA É FRANCA
A última novidade para a edição 2011 da Festa de Natal da Taberna do Vale:
Convidamos você também para fazer parte de um Natal de verdade... Faça sua boa ação do dia, leve um BRINQUEDO para a festa e colabore com o sorriso das crianças mais carentes do bairro...
domingo, 20 de novembro de 2011
Cerveja dos Simpsons chega ao Brasil
Na versão long neck, a lendária Duff vai custar de R$8 a R$ 10 e será vendida, inicialmente, somente em 28 bares de São Paulo
Por: Fernanda Penna Borges e Fábio Saldanha
Publicação: 17/11/2011 por Correio Braziliense
A famosa cerveja da série americana “Os Simpsons” chega ao mercado brasileiro na semana que vem. Mas os fãs mineiros vão ter que esperar para experimentar a lendária Duff que seduziu Homer Simpson e seus amigos, já que, inicialmente, a gelada será vendida apenas em 28 bares de São Paulo.
A Cerveja Duff já é um sucesso em outros países da America Latina como Chile, Paraguai e Colômbia, e a expectativa é de que seja um sucesso ainda maior no Brasil aproveitando a expansão do mercado de cervejas premium no país e a curiosidade natural que o público tem pela marca.
A Duff nasceu de uma parceria entre a cervejaria belga Haacht Brewery e o mexicano Rodrigo Contreras. Conrado Kaczynski, sócio da Duff do Brasil, responsável por trazer a cerveja ao país, explica que ao contrário da cerveja “do povo” que é consumida na série, a Duff brasileira é produzida através de um processo que a torna um genuíno exemplo da categoria “Puro Malte”.
A bebida é fabricada pela cervejaria catarinense SaintBier, responsável também pela produção da Cerveja Coruja. "O produto chega para competir no mercado de cervejas premium, mas por enquanto a produção está limitada, mas temos planos de expandir as vendas para outros Estados", disse o sócio da Duff Brasil.
Nos bares de São Paulo, a bebida será comercializada apenas na versão long neck e com o rótulo da Duff é igualzinho à versão mostrada no desenho. De acordo com os fabricantes, a Duff vai custar de R$ 8 a R$ 10. Já a versão em latinha não está nos planos dos fabricantes, pelo menos por enquanto.
Um mapa com os estabelecimentos que venderão a cerveja em São Paulo a partir da semana que vem foi postado no Twitter da marca.
Curiosidade
Um fato interessante nesta história é que ceveja Duff que está à venda não é um produto oficial do canal amaricano Fox, que tem direitos dos Simpson. Foi Contreras que registrou a marca no México e lançou a cerveja na Espanha em 2007.
Por: Fernanda Penna Borges e Fábio Saldanha
Publicação: 17/11/2011 por Correio Braziliense
Nos bares de São Paulo, a bebida será comercializada apenas na versão long neck e com o rótulo da Duff é igualzinho à versão mostrada no desenho.
A famosa cerveja da série americana “Os Simpsons” chega ao mercado brasileiro na semana que vem. Mas os fãs mineiros vão ter que esperar para experimentar a lendária Duff que seduziu Homer Simpson e seus amigos, já que, inicialmente, a gelada será vendida apenas em 28 bares de São Paulo.
A Cerveja Duff já é um sucesso em outros países da America Latina como Chile, Paraguai e Colômbia, e a expectativa é de que seja um sucesso ainda maior no Brasil aproveitando a expansão do mercado de cervejas premium no país e a curiosidade natural que o público tem pela marca.
A Duff nasceu de uma parceria entre a cervejaria belga Haacht Brewery e o mexicano Rodrigo Contreras. Conrado Kaczynski, sócio da Duff do Brasil, responsável por trazer a cerveja ao país, explica que ao contrário da cerveja “do povo” que é consumida na série, a Duff brasileira é produzida através de um processo que a torna um genuíno exemplo da categoria “Puro Malte”.
A bebida é fabricada pela cervejaria catarinense SaintBier, responsável também pela produção da Cerveja Coruja. "O produto chega para competir no mercado de cervejas premium, mas por enquanto a produção está limitada, mas temos planos de expandir as vendas para outros Estados", disse o sócio da Duff Brasil.
Nos bares de São Paulo, a bebida será comercializada apenas na versão long neck e com o rótulo da Duff é igualzinho à versão mostrada no desenho. De acordo com os fabricantes, a Duff vai custar de R$ 8 a R$ 10. Já a versão em latinha não está nos planos dos fabricantes, pelo menos por enquanto.
Um mapa com os estabelecimentos que venderão a cerveja em São Paulo a partir da semana que vem foi postado no Twitter da marca.
Curiosidade
Um fato interessante nesta história é que ceveja Duff que está à venda não é um produto oficial do canal amaricano Fox, que tem direitos dos Simpson. Foi Contreras que registrou a marca no México e lançou a cerveja na Espanha em 2007.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Segunda revolução da música digital chega ao Brasil
Baixar música da internet é coisa do século passado. O mercado brasileiro começa a viver a segunda revolução da música online, em que os downloads dão lugar a serviços de streaming, que oferecem ao cliente acesso ilimitado a um portfólio de áudio por uma assinatura mensal.
Os arquivos ficam armazenados "na nuvem", em servidores de internet em algum lugar, sem que as pessoas tenham de baixá-los. O serviço de streaming movimentou US$ 532 milhões no mundo todo em 2011, um volume equivalente a cerca de 8% do mercado de música online, segundo estimativas da consultoria Gartner. Mas, até 2015, o streaming vai mais que quadruplicar. Os serviços de assinatura devem faturar US$ 2,2 bilhões e responder por cerca de 30% do faturamento do setor, que deve chegar a US$ 7,7 bilhões.
O Brasil ainda está atrasado nesse processo. Enquanto no mundo todo os serviços digitais correspondem a 29% do faturamento do mercado fonográfico, no Brasil eles somaram apenas 15% em 2010, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Disco (ABPD). "O potencial é altíssimo. Principalmente pelo aumento do número de usuários de internet e pelo o fato de que os maiores serviços de download e streaming de música em escala mundial ainda não iniciaram as operações aqui", diz o presidente da ABPD, Paulo Rosa.
O pioneiro no streaming de áudio no Brasil é o Sonora, lançado há quase cinco anos pelo grupo Terra e que hoje detém 40% do mercado de música digital no País. O negócio cresceu 40% neste ano e deve se expandir mais 30% em 2012, segundo o diretor-geral do Terra, Paulo Castro. O Sonora tem 5,5 milhões de visitantes únicos por mês e 450 mil assinantes - que pagam uma mensalidade média de R$ 20.
Mas o Sonora deverá enfrentar concorrentes de peso no mercado brasileiro. Grandes players internacionais estudam o lançamento dos serviços no Brasil, muitos deles em parceria com empresas de telefonia móvel. A Oi saiu na frente e lançou neste mês a primeira parceria com uma empresa estrangeira de música digital, a americana Rdio. Os clientes terão acesso a um portfólio de 12 milhões de músicas a um custo de até R$ 14,90. "A oferta é aberta inclusive para clientes de outras operadoras, mas será um diferencial para a Oi. Poderemos fazer promoções que envolvam esse produto", disse o gerente de serviços de valor agregado da Oi, Gustavo Alvim.
A GVT também utiliza o streaming de música como um diferencial para oferecer aos clientes. Há pouco mais de um ano, a operadora lançou o serviço Power Music Club, que oferece um portfólio de 700 mil canções e 10 mil vídeos musicais de graça para os assinantes de internet rápida. Dos cerca de 1,5 milhão de clientes da banda larga da GVT, 100 mil são usuários do Power Music Club. A GVT pertence ao grupo francês Vivendi, que também é dono da gravadora Universal Music. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
sábado, 12 de novembro de 2011
Odin estava certo!
Por Diego Cartier & Marcelo Cury, da Playboy.com
Para entrar no clima: Low Frequency in Stereo – Starstruck
Imagine um país cujo o nome significa “Caminho do Norte”, onde em tudo há um toque de mistério e magia; O sol é capaz de brilhar à meia noite, “Trolls” caminham pelas florestas e a herança dos Vikings corre no sangue de cada um.
Assim é a Noruega. Um lugar onde fábulas e mitos encantam. Uma Terra onde o artesanal está enraizado há milênios e que hoje se manifesta na moda, no design arrojado e moderno e é claro, na cerveja!
A tradição da produção cervejeira na Noruega vem desde os Vikings.
Em Valhalla, a terra prometida e sagrada para os Vikings, os guerreiros eram recebidos pelas Valkrias com canecas de cerveja.
Já nos antigos túmulos nórdicos, além de copos com restos de cervejas, foram encontradas leis, de cerca de 1000 a.c., mencionando as datas e as quantidades de cervejas que cada família podia produzir e as punições caso as leis fossem desrespeitadas.
Modernamente, há cerca de 200 anos, nenhuma fazenda era considerada completa se não produzisse essa bebida.
Fica claro que o costume de beber cerveja é algo muito presente na vida dos noruegueses, e que estes fazem questão de manter essa tradição viva.
Depois do recente sucesso das cenas cervejeiras artesanais americanas e italianas, graças ao nascimento de microcervejarias criativas e ousadas, que recriaram estilos clássicos e deram vida aos seus próprios, de forma autentica, agora é a vez da Noruega.
Está acontecendo exatamente o mesmo em terras nórdicas e os noruegueses estão conquistando o mundo com suas produções únicas, aproveitando receitas que remontam a seus antepassados e ingredientes locais, usufruindo do seu Terroir.
Unindo a tradição dos vikings e inovando, os proprietários das micros norueguesas começaram produzindo suas cervejas em casa, muito antes de pensar em negócio.
Iniciaram suas produções pelo simples prazer e amor a esta bebida e aos poucos estão conquistando seu espaço e nos brindando com verdadeiras maravilhas!
O Bon Vivant foi até lá com exclusividade para o Brasil e conferiu de perto esse “boom”. Pudemos comprovar como essa “revolução” de fato existe e está acontecendo a todo o vapor.
Fomos convidados para uma degustação com especialistas e chefs locais no templo Olympen, em Oslo, onde havia somente uma regra: as cervejas e os pratos seriam noruegueses, abrindo apenas uma pequena exceção para algumas pérolas da vizinha Dinamarca, produzidas pela conceituada Mikkeller.
Foi uma surpresa e tanto, pois mesmo já conhecendo e tendo degustado alguns rótulos noruegueses espetaculares, todas as cervejas degustadas naquela tarde (foram cerca de 20 rótulos diferentes) eram igualmente de altíssimo nível. Somente cervejas únicas, que utilizam ingredientes locais e promoveram uma experiência incrível! Tamanha a qualidade de cada cerveja, foi impossível escolher as melhores e esse foi o grande consenso entre todos.
O que comprova a facilidade que os noruegueses tem tido para entrar em outros mercados europeus (algo muito difícil em se tratando do velho continente, já que países como Alemanha e Bélgica cultuam e se vangloriam de suas produções milenares, sendo mercados mais fechados) e para conquistarem os paladares dos americanos – sempre rápidos em descobrir as novas tendências cervejeiras (foram os primeiros a reverenciar as italianas.
Na próxima coluna, falaremos sobre as cervejarias que mais se destacaram nessa tarde de degustação: Nøgne Ø, HaandBryggeriet, Ægir e Kinn Bryggeri.
3 paradas mais que obrigatórias em Oslo para apreciar as melhores cervejas norueguesas e a gastronomia local:
Olympen: Lugar histórico no bairro de Grønland, um verdadeiro templo da Cerveja na Noruega, pioneiro e grande responsável por divulgar e promover essa cultura. Sanel Hasic (um dos proprietários) foi quem nos recebeu muitíssimo bem e organizou a fantástica degustação que citamos acima.
É recomendado para quem deseja se esbaldar com as selecionadíssimas cartas de bebidas (Cervejas, Vinhos, Sidras), com opções locais e do mundo, além de um menu recheado com o melhor da gastronomia norueguesa.
Este Bar/Restaurante foi aberto pela primeira vez no século 19 e mantem praticamente a mesma decoração, com destaque para os enormes lustres, a madeira escura e os belíssimos quadros que retratam a antiga Oslo.
É um dos melhores lugares para comer o famoso bacalhau norueguês, que chega fresco até o seu prato, diretamente do mar do norte.
Grønlandsleiret 15 | www.olympen.no

Håndverkerstuene: Localizado no centro da cidade, sua especialidade é unir cerveja e gastronomia local, tendo a bebida como ingrediente e/ou oferecendo harmonizações perfeitas.
Com uma decoração rustica e ao mesmo tempo moderna, nos levando diretamente ao tempo dos Vikings e as tradições locais, é um lugar extremamente aconchegante e acolhedor. Está na lista dos melhores restaurantes de cerveja do mundo, feita pelo Ratebeer.
Amund Arnesen (um dos proprietários) juntamente com a sua equipe, se destacam pelo atendimento cordial e por entenderem do assunto, estando sempre a disposição dos clientes para indicar as melhores harmonizações entre cerveja e comida.
Rosenkrantzgate 7 | www.haandverkerstuene.no

Schouskjelleren: Oslo tem alguns ótimos brewpubs e apesar de novo, esse certamente merece um maior destaque. Fundado recentemente pelo cervejeiro inglês John Hudson,funciona em um porão bastante aconchegante, que mais parece uma adega gigante, com uma lareira para esquentar e velas iluminando o ambiente.
Oferece torneiras fixas e outras reservadas para as sazonais e convidadas, que mudam a cada mês. Das 15 torneiras, geralmente 7 são para as produções da casa e o restante para as convidadas.
É certamente o melhor lugar da cidade para tomar cervejas on tap, mas também tem algumas opções em garrafas de rótulos locais e importadas. A atmosfera do ambiente e a falta de trilha sonora traz a sensação de estar em uma caverna medieval. É um lugar para realmente apreciar boas cervejas, podendo conversar com tranquilidade, apesar de nos finais de semana estar completamente lotado.
Trondheimsveien 2 | Grünerløkka

Skål!
* Skål, que se pronuncia “Skol”, significa saúde em norueguês.
** Fotos por Bernt Rostad & Diego Cartier
Para entrar no clima: Low Frequency in Stereo – Starstruck
Imagine um país cujo o nome significa “Caminho do Norte”, onde em tudo há um toque de mistério e magia; O sol é capaz de brilhar à meia noite, “Trolls” caminham pelas florestas e a herança dos Vikings corre no sangue de cada um.
Assim é a Noruega. Um lugar onde fábulas e mitos encantam. Uma Terra onde o artesanal está enraizado há milênios e que hoje se manifesta na moda, no design arrojado e moderno e é claro, na cerveja!
A tradição da produção cervejeira na Noruega vem desde os Vikings.
Em Valhalla, a terra prometida e sagrada para os Vikings, os guerreiros eram recebidos pelas Valkrias com canecas de cerveja.
Já nos antigos túmulos nórdicos, além de copos com restos de cervejas, foram encontradas leis, de cerca de 1000 a.c., mencionando as datas e as quantidades de cervejas que cada família podia produzir e as punições caso as leis fossem desrespeitadas.
Modernamente, há cerca de 200 anos, nenhuma fazenda era considerada completa se não produzisse essa bebida.
Fica claro que o costume de beber cerveja é algo muito presente na vida dos noruegueses, e que estes fazem questão de manter essa tradição viva.
Depois do recente sucesso das cenas cervejeiras artesanais americanas e italianas, graças ao nascimento de microcervejarias criativas e ousadas, que recriaram estilos clássicos e deram vida aos seus próprios, de forma autentica, agora é a vez da Noruega.
Está acontecendo exatamente o mesmo em terras nórdicas e os noruegueses estão conquistando o mundo com suas produções únicas, aproveitando receitas que remontam a seus antepassados e ingredientes locais, usufruindo do seu Terroir.
Unindo a tradição dos vikings e inovando, os proprietários das micros norueguesas começaram produzindo suas cervejas em casa, muito antes de pensar em negócio.
Iniciaram suas produções pelo simples prazer e amor a esta bebida e aos poucos estão conquistando seu espaço e nos brindando com verdadeiras maravilhas!
O Bon Vivant foi até lá com exclusividade para o Brasil e conferiu de perto esse “boom”. Pudemos comprovar como essa “revolução” de fato existe e está acontecendo a todo o vapor.
Fomos convidados para uma degustação com especialistas e chefs locais no templo Olympen, em Oslo, onde havia somente uma regra: as cervejas e os pratos seriam noruegueses, abrindo apenas uma pequena exceção para algumas pérolas da vizinha Dinamarca, produzidas pela conceituada Mikkeller.
Foi uma surpresa e tanto, pois mesmo já conhecendo e tendo degustado alguns rótulos noruegueses espetaculares, todas as cervejas degustadas naquela tarde (foram cerca de 20 rótulos diferentes) eram igualmente de altíssimo nível. Somente cervejas únicas, que utilizam ingredientes locais e promoveram uma experiência incrível! Tamanha a qualidade de cada cerveja, foi impossível escolher as melhores e esse foi o grande consenso entre todos.
O que comprova a facilidade que os noruegueses tem tido para entrar em outros mercados europeus (algo muito difícil em se tratando do velho continente, já que países como Alemanha e Bélgica cultuam e se vangloriam de suas produções milenares, sendo mercados mais fechados) e para conquistarem os paladares dos americanos – sempre rápidos em descobrir as novas tendências cervejeiras (foram os primeiros a reverenciar as italianas.
Na próxima coluna, falaremos sobre as cervejarias que mais se destacaram nessa tarde de degustação: Nøgne Ø, HaandBryggeriet, Ægir e Kinn Bryggeri.
3 paradas mais que obrigatórias em Oslo para apreciar as melhores cervejas norueguesas e a gastronomia local:
Olympen: Lugar histórico no bairro de Grønland, um verdadeiro templo da Cerveja na Noruega, pioneiro e grande responsável por divulgar e promover essa cultura. Sanel Hasic (um dos proprietários) foi quem nos recebeu muitíssimo bem e organizou a fantástica degustação que citamos acima.
É recomendado para quem deseja se esbaldar com as selecionadíssimas cartas de bebidas (Cervejas, Vinhos, Sidras), com opções locais e do mundo, além de um menu recheado com o melhor da gastronomia norueguesa.
Este Bar/Restaurante foi aberto pela primeira vez no século 19 e mantem praticamente a mesma decoração, com destaque para os enormes lustres, a madeira escura e os belíssimos quadros que retratam a antiga Oslo.
É um dos melhores lugares para comer o famoso bacalhau norueguês, que chega fresco até o seu prato, diretamente do mar do norte.
Grønlandsleiret 15 | www.olympen.no
Håndverkerstuene: Localizado no centro da cidade, sua especialidade é unir cerveja e gastronomia local, tendo a bebida como ingrediente e/ou oferecendo harmonizações perfeitas.
Com uma decoração rustica e ao mesmo tempo moderna, nos levando diretamente ao tempo dos Vikings e as tradições locais, é um lugar extremamente aconchegante e acolhedor. Está na lista dos melhores restaurantes de cerveja do mundo, feita pelo Ratebeer.
Amund Arnesen (um dos proprietários) juntamente com a sua equipe, se destacam pelo atendimento cordial e por entenderem do assunto, estando sempre a disposição dos clientes para indicar as melhores harmonizações entre cerveja e comida.
Rosenkrantzgate 7 | www.haandverkerstuene.no
Schouskjelleren: Oslo tem alguns ótimos brewpubs e apesar de novo, esse certamente merece um maior destaque. Fundado recentemente pelo cervejeiro inglês John Hudson,funciona em um porão bastante aconchegante, que mais parece uma adega gigante, com uma lareira para esquentar e velas iluminando o ambiente.
Oferece torneiras fixas e outras reservadas para as sazonais e convidadas, que mudam a cada mês. Das 15 torneiras, geralmente 7 são para as produções da casa e o restante para as convidadas.
É certamente o melhor lugar da cidade para tomar cervejas on tap, mas também tem algumas opções em garrafas de rótulos locais e importadas. A atmosfera do ambiente e a falta de trilha sonora traz a sensação de estar em uma caverna medieval. É um lugar para realmente apreciar boas cervejas, podendo conversar com tranquilidade, apesar de nos finais de semana estar completamente lotado.
Trondheimsveien 2 | Grünerløkka
Skål!
* Skål, que se pronuncia “Skol”, significa saúde em norueguês.
** Fotos por Bernt Rostad & Diego Cartier
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