sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Encontro de DJs movimenta BH no final de semana
Festa promovida pelo Vinyl Land acontece na sexta-feira (13), às 22 horas, no Studio Bar
Fonte: Clarissa Carvalhaes - Do Hoje em Dia - 12/01/2012

Foto: TAMÁS BODOLAY/HIBRIDO
Encontro de DJs: festa reúne alguns dos principais apaixonados por vinis de Belo Horizonte
Foto: TAMÁS BODOLAY/HIBRIDO
Encontro de DJs: festa reúne alguns dos principais apaixonados por vinis de Belo Horizonte
O selo Vinyl Land realiza na sexta-feira (13) “Uma Celebração a Cultura do Acetato”. Na festa, quatro toca-discos serão comandados por 13 DJs de Belo Horizonte que trabalham exclusivamente com vinis. O evento terá início às 22 horas, no Studio Bar.
Será uma noite bastante eclética, com o melhor da música dançante feita no Brasil e no mundo, passando pelo reggae, pelo soul, pelo hip hop e pelo rock and roll.
O anfitrião do encontro é Luiz Valente, dono da Vinyl Land Records. Ele vai estar acompanhado de Alex C (da festa Funk-se), dos quatro DJs da Alta Fidelidade Crew (David, Fael, Garrell, Juliano e Kowalsky), de Fausto (100% Compactos), de Gustassifon (Peanut Vendors), de Zumberto (RoodBoss SoundSystem), de Roger Dee (Duelo De Mcs), de Yuga (Black Brother) e de Zé Pequeno (Sossega Leão).
A entrada custa R$ 10 para quem entrar até 23 horas. Depois, o valor sobe para R$ 20. Quem quiser mais informações pode visitar o site www.vinyllandrecords.com ou entrar em contato pelo e-mail info@vinyllandrecords.com.
“Uma Celebração a Cultura do Acetato”
Data: sexta-feira, 13 de janeiro
Local: Studio Bar (Rua Guajajaras, 842, Centro)
Horário: 22 horas
Ingressos: R$ 10 até às 23 horas / R$ 20 após às 23 horas
Será uma noite bastante eclética, com o melhor da música dançante feita no Brasil e no mundo, passando pelo reggae, pelo soul, pelo hip hop e pelo rock and roll.
O anfitrião do encontro é Luiz Valente, dono da Vinyl Land Records. Ele vai estar acompanhado de Alex C (da festa Funk-se), dos quatro DJs da Alta Fidelidade Crew (David, Fael, Garrell, Juliano e Kowalsky), de Fausto (100% Compactos), de Gustassifon (Peanut Vendors), de Zumberto (RoodBoss SoundSystem), de Roger Dee (Duelo De Mcs), de Yuga (Black Brother) e de Zé Pequeno (Sossega Leão).
A entrada custa R$ 10 para quem entrar até 23 horas. Depois, o valor sobe para R$ 20. Quem quiser mais informações pode visitar o site www.vinyllandrecords.com ou entrar em contato pelo e-mail info@vinyllandrecords.com.
“Uma Celebração a Cultura do Acetato”
Data: sexta-feira, 13 de janeiro
Local: Studio Bar (Rua Guajajaras, 842, Centro)
Horário: 22 horas
Ingressos: R$ 10 até às 23 horas / R$ 20 após às 23 horas
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
40 Tristes fotos de Lojas de discos fechadas
In honor of Record Store Day on Saturday, here's a depressing collection of old record store photos. Don't let the music die, people. Keep the dream alive! Also check out our list of 40 Portraits Of Independent Record Stores Still Open For Business.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Vídeo inédito dos Mutantes
Ouça ‘Caminhante Noturno’ em uma rara versão em inglês
Fonte: LUCIANO BORBOREMA - Território Eldorado
Fonte: LUCIANO BORBOREMA - Território Eldorado
Gravação inédita de um show dos Mutantes na França, em 1969, foi lançado na internet nesta terça-feira (04). O vídeo ganhou a web através de um blog especializado em vídeos antigos e traz a formação clássica do grupo mandando a música Caminhante Noturno em uma versão em inglês.
Logo após a gravação ganhar os sites, o ex-Mutantes Arnaldo Baptista assistiu ao vídeo e compartilhou a gravação no perfil dele no Facebook. No texto, ele elogia a gravação e escreve: "Isto sim, é Mutantes".
Logo após a gravação ganhar os sites, o ex-Mutantes Arnaldo Baptista assistiu ao vídeo e compartilhou a gravação no perfil dele no Facebook. No texto, ele elogia a gravação e escreve: "Isto sim, é Mutantes".
sábado, 7 de janeiro de 2012
Beba com Moderação!
Fantástico o vídeo da Heineken sobre não se exceder com bebidas alcoólicas, confira:
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Reportagem do site IG
10 dicas para tomar cerveja no verão
1. Gelada demais x gelada de menos
Gourmets e fãs de cervejas especiais afirmam que a bebida, quando servida em baixíssima temperatura, perde sabor e aroma. Por outro lado, grande parcela da população, consumidora das pilsens comuns, prefere a garrafa “trincando” de gelada. Difícil é dizer quem está correto. Como a forma de consumo é um hábito – e um prazer – o certo mesmo é fazer o que lhe agrada.
Cássio Piccolo, proprietário do bar Frangó, em São Paulo, pensa assim: “Não sou xiita em relação à temperatura. Acho que tudo depende da ocasião e onde você vai consumir. Uma coisa é beber em um ambiente com ar-condicionado, outra é numa praia, sob o sol”, pondera. De qualquer forma, é bom saber que mesmo as pilsens, as cervejas que devem ser consumidas mais geladas, começam a perder sabor quando estão abaixo de 4º C. “Tudo que é excessivamente gelado ou quente amortece as papilas gustativas e influencia no sabor”, explica Cássio, que prefere tomar cervejas encorpadas, como as trapistas, somente refrescadas, a cerca de 14º C, “como se faz com os vinhos”.
2. Como gelar mais rápido?
Preferências à parte, é bom saber artifícios para gelar o mais rápido possível qualquer tipo de cerveja. A dica serve para salvar quem não tem bebida gelada à mão (e quer beber), ou para aquela festa em que todo mundo leva uma caixa – sempre quente, obviamente – e a rotatividade de bebida é grande.
Freezer, freezer com a lata molhada, gelo, gelo com sal, gelo com álcool. São muitas as formas “infalíveis” de gelar rapidamente latinhas e long necks, mas qual é a mais eficiente?
Para o engenheiro químico Sidney dos Santos, trata-se apenas de combinar dois fatores: temperatura baixa e superfície de contato. “Colocar no freezer realmente é a forma de atingir a temperatura mais baixa possível, mas é mais demorado, porque o ar não é um bom condutor de temperatura. A forma mais rápida é colocar bastante gelo e água, para que ela envolva toda a embalagem da bebida e esfrie o líquido rapidamente”, explica. Mas ele alerta: dessa forma é impossível deixar a bebida mais gelada que 0º C grau. “Abaixo disso, também começaria a congelar”. E o sal? “O sal, assim como o álcool, junto com água e gelo, deixam a temperatura ainda mais baixa, tornando bem mais rápido o processo de gelar a cerveja", completa.
E o que dizer daquelas geladeiras em bares com termostato marcando 3º ou 4º C negativos? “Não se pode esquecer que aquelas geladeiras são abertas o tempo todo e há muita reposição de vasilhames. Se as bebidas ficassem lá direto, com a porta fechada, iriam congelar”, explica Cássio. Segundo a Lorousse da Cerveja, a bebida congela a -2,5º
3. A escolha do copo é importante?
Independente do tipo da cerveja, é importante que o copo seja, ante de tudo, incolor e transparente. Só assim é possível observar a coloração e a formação de espuma da bebida. O formato também faz diferença de acordo com o tipo da cerveja e, se bem escolhido, tende a potencializar suas características. “Não é um detalhe cosmético, faz uma enorme diferença. Do mesmo jeito que existem taças adequadas para cada vinho, com a cerveja ocorre o mesmo”, explica Cássio. Apesar de existirem modelos ideais para cada rótulo – não à toa as marcas desenvolvem e vendem tipos apropriados para seus produtos – algumas regras gerais podem ser seguidas:
O copo certo para degustar a bebida faz toda a diferença
- cervejas leves podem ser bebidas em copos tipo tulipa ou em taças com “pezinho” -- ele impede que o calor da mão esquente o líquido.
- os exemplares mais aromáticos devem ser degustados em copos com bojo largo, que favorecem o desenvolvimento dos aromas.
- os rótulos weiss (feitos com trigo) têm alta carbonatação, grande formação de espuma e um fermento que fica no fundo da garrafa e que deve ser misturado à cerveja. Por isso, ser faz necessário usar um daqueles copos compridos e mais largos no topo, que comportam 500 mililitros, chamados de weizen.
- os populares copos americanos são úteis para beber cervejas leves bem geladas. Como é pequeno, o consumo do líquido é rápido e não dá tempo da bebida esquentar, mesmo com o calor das mãos.
- as de tipo champenoise, feitas com um método de fermentação semelhante ao do champanhe, devem ser bebidas nas taças indicadas para esta bebida, do tipo flûte.
4. Onde guardar?
“Uma premissa da cerveja é que quanto mais jovem ela for consumida, melhor. Então, armazenar não é aconselhado”, orienta Luciano Horn, mestre cervejeiro da Ambev. De qualquer forma, para guardar garrafas e latas, o melhor é mesmo a geladeira, ou, ao menos, um ambiente fresco e protegido do sol.
5. Latinha x garrafa
Muitos consumidores preferem a “cerveja de garrafa”. Mas a verdade é que não há nenhuma diferença entre este produto e o embalado em latinhas. “O processo de produção da bebida é igual. O que existe é uma pequena diferença de resistência da garrafa, que acaba retendo mais gás carbônico, mas isso é imperceptível ao paladar”, diz Luciano.
6. É melhor gelar a garrafa deitada ou em pé?
De preferência, em pé. Porque você tem um pouco de ar residual na garrafa e o oxigênio é prejudicial à cerveja, pois causa o envelhecimento do líquido. “A garrafa em pé diminui o contato com o ar. Mas a maioria das cervejarias hoje trabalham com o mínimo de oxigeno residual – diminuindo a diferença entre uma e outra posição para armazenar e gelar.
7. Que tal uma degustação?
Para começar, é indispensável que os copos estejam limpos e secos. O ideal é seguir uma linha para guiar a degustação: cervejas diferentes de um mesmo fabricante ou cervejas do mesmo estilo, mas de fabricantes diferentes. Escolhidos os rótulos, é indicado começar com as mais leves primeiro, partindo para as mais encorpadas e alcoólicas. Para aguçar os sentidos, é aconselhável que os participantes não tenham consumido bebidas alcoólicas no mesmo dia. Para perceber as características de cada bebida, é essencial que elas sejam servidas na temperatura adequada.
8. Quais as cervejas mais refrescantes?
Definitivamente, as do tipo larger, em especial as pilsens. E, vale lembrar, elas não se restringem às marcas populares – uma pilsen da República Tcheca, mais amarga, pode ser muito refrescante. Mas há outras opções. "Acho as bières blanches da Bélgica [feitas de trigo] excelentes pedidas para o calor. As cervejas de trigo da Alemanha também são bem refrescantes e as lambic com frutas também podem ser boa opção de aperitivo em dias quentes”, sugere Cássio.
9. Existe drinque com cerveja?
São poucos, mas existem. No México, a michelada é muito popular. Consiste de limão, um pouco de sal, cubos de gelo, cerveja pilsen e pimenta chilli em pó na borda do copo. Há variações da bebida em outros pontos da América Latina, que pode levar suco de tomate e outros temperos. Nos EUA também é possível encontrar variações de margaritas feitas com cerveja, assim como no Brasil alguns bares já se arriscaram a oferecer caipirinha de cerveja – o resultado é um refresco de cevada, com sabor diluído e “temperado” pelo limão.
10. O que é a cerveja “choca”?
Três efeitos indesejáveis na cerveja podem resultar numa bebida alterada, chamada popularmente de “choca”: a) perda de gás carbônico, por conta de algum defeito na tampa ou pelo “esquenta-esfria” da garrafa, que faz a tampa se contrair e expandir – e, consequentemente, escapar o gás; b) cerveja “velha” ou mal transportada ou armazenada e que perdeu suas características ideais; c) coagulação da proteína da cerveja – de novo por causa do processo de “esquenta-esfria” feito algumas vezes. Nesse caso, a bebida não tem sabor alterado, mas seu aspecto fica comprometido, levemente leitoso, num efeito chamado de turbidez.
Bebidas alcoólicas são proibidas para menores de 18 anos. Se beber, não dirija.
O brasileiro é fã de cerveja por excelência. E como tudo que desperta paixões, a bebida dá pano para manga em discussões sobre o que é certo ou errado a respeito do consumo. Entre os dilemas mais frequentes estão aqueles relacionados à temperatura ideal, que divide opiniões entre consumidores e público gourmet. O iG Comida propôs a mestres cervejeiros e especialistas no assunto que nos ajudassem a responder dúvidas e mitos sobre a cerveja. Tudo para que o leitor beba melhor – ou ao menos, tenha mais argumento para debater na mesa do bar.
Foto: Leo Feltran
Gourmets e fãs de cervejas especiais afirmam que a bebida, quando servida em baixíssima temperatura, perde sabor e aroma. Por outro lado, grande parcela da população, consumidora das pilsens comuns, prefere a garrafa “trincando” de gelada. Difícil é dizer quem está correto. Como a forma de consumo é um hábito – e um prazer – o certo mesmo é fazer o que lhe agrada.
Cássio Piccolo, proprietário do bar Frangó, em São Paulo, pensa assim: “Não sou xiita em relação à temperatura. Acho que tudo depende da ocasião e onde você vai consumir. Uma coisa é beber em um ambiente com ar-condicionado, outra é numa praia, sob o sol”, pondera. De qualquer forma, é bom saber que mesmo as pilsens, as cervejas que devem ser consumidas mais geladas, começam a perder sabor quando estão abaixo de 4º C. “Tudo que é excessivamente gelado ou quente amortece as papilas gustativas e influencia no sabor”, explica Cássio, que prefere tomar cervejas encorpadas, como as trapistas, somente refrescadas, a cerca de 14º C, “como se faz com os vinhos”.
2. Como gelar mais rápido?
Preferências à parte, é bom saber artifícios para gelar o mais rápido possível qualquer tipo de cerveja. A dica serve para salvar quem não tem bebida gelada à mão (e quer beber), ou para aquela festa em que todo mundo leva uma caixa – sempre quente, obviamente – e a rotatividade de bebida é grande.
Freezer, freezer com a lata molhada, gelo, gelo com sal, gelo com álcool. São muitas as formas “infalíveis” de gelar rapidamente latinhas e long necks, mas qual é a mais eficiente?
Para o engenheiro químico Sidney dos Santos, trata-se apenas de combinar dois fatores: temperatura baixa e superfície de contato. “Colocar no freezer realmente é a forma de atingir a temperatura mais baixa possível, mas é mais demorado, porque o ar não é um bom condutor de temperatura. A forma mais rápida é colocar bastante gelo e água, para que ela envolva toda a embalagem da bebida e esfrie o líquido rapidamente”, explica. Mas ele alerta: dessa forma é impossível deixar a bebida mais gelada que 0º C grau. “Abaixo disso, também começaria a congelar”. E o sal? “O sal, assim como o álcool, junto com água e gelo, deixam a temperatura ainda mais baixa, tornando bem mais rápido o processo de gelar a cerveja", completa.
E o que dizer daquelas geladeiras em bares com termostato marcando 3º ou 4º C negativos? “Não se pode esquecer que aquelas geladeiras são abertas o tempo todo e há muita reposição de vasilhames. Se as bebidas ficassem lá direto, com a porta fechada, iriam congelar”, explica Cássio. Segundo a Lorousse da Cerveja, a bebida congela a -2,5º
3. A escolha do copo é importante?
Independente do tipo da cerveja, é importante que o copo seja, ante de tudo, incolor e transparente. Só assim é possível observar a coloração e a formação de espuma da bebida. O formato também faz diferença de acordo com o tipo da cerveja e, se bem escolhido, tende a potencializar suas características. “Não é um detalhe cosmético, faz uma enorme diferença. Do mesmo jeito que existem taças adequadas para cada vinho, com a cerveja ocorre o mesmo”, explica Cássio. Apesar de existirem modelos ideais para cada rótulo – não à toa as marcas desenvolvem e vendem tipos apropriados para seus produtos – algumas regras gerais podem ser seguidas:
O copo certo para degustar a bebida faz toda a diferença
- cervejas leves podem ser bebidas em copos tipo tulipa ou em taças com “pezinho” -- ele impede que o calor da mão esquente o líquido.
- os exemplares mais aromáticos devem ser degustados em copos com bojo largo, que favorecem o desenvolvimento dos aromas.
- os rótulos weiss (feitos com trigo) têm alta carbonatação, grande formação de espuma e um fermento que fica no fundo da garrafa e que deve ser misturado à cerveja. Por isso, ser faz necessário usar um daqueles copos compridos e mais largos no topo, que comportam 500 mililitros, chamados de weizen.
- os populares copos americanos são úteis para beber cervejas leves bem geladas. Como é pequeno, o consumo do líquido é rápido e não dá tempo da bebida esquentar, mesmo com o calor das mãos.
- as de tipo champenoise, feitas com um método de fermentação semelhante ao do champanhe, devem ser bebidas nas taças indicadas para esta bebida, do tipo flûte.
4. Onde guardar?
“Uma premissa da cerveja é que quanto mais jovem ela for consumida, melhor. Então, armazenar não é aconselhado”, orienta Luciano Horn, mestre cervejeiro da Ambev. De qualquer forma, para guardar garrafas e latas, o melhor é mesmo a geladeira, ou, ao menos, um ambiente fresco e protegido do sol.
5. Latinha x garrafa
Muitos consumidores preferem a “cerveja de garrafa”. Mas a verdade é que não há nenhuma diferença entre este produto e o embalado em latinhas. “O processo de produção da bebida é igual. O que existe é uma pequena diferença de resistência da garrafa, que acaba retendo mais gás carbônico, mas isso é imperceptível ao paladar”, diz Luciano.
6. É melhor gelar a garrafa deitada ou em pé?
De preferência, em pé. Porque você tem um pouco de ar residual na garrafa e o oxigênio é prejudicial à cerveja, pois causa o envelhecimento do líquido. “A garrafa em pé diminui o contato com o ar. Mas a maioria das cervejarias hoje trabalham com o mínimo de oxigeno residual – diminuindo a diferença entre uma e outra posição para armazenar e gelar.
7. Que tal uma degustação?
Para começar, é indispensável que os copos estejam limpos e secos. O ideal é seguir uma linha para guiar a degustação: cervejas diferentes de um mesmo fabricante ou cervejas do mesmo estilo, mas de fabricantes diferentes. Escolhidos os rótulos, é indicado começar com as mais leves primeiro, partindo para as mais encorpadas e alcoólicas. Para aguçar os sentidos, é aconselhável que os participantes não tenham consumido bebidas alcoólicas no mesmo dia. Para perceber as características de cada bebida, é essencial que elas sejam servidas na temperatura adequada.
8. Quais as cervejas mais refrescantes?
Definitivamente, as do tipo larger, em especial as pilsens. E, vale lembrar, elas não se restringem às marcas populares – uma pilsen da República Tcheca, mais amarga, pode ser muito refrescante. Mas há outras opções. "Acho as bières blanches da Bélgica [feitas de trigo] excelentes pedidas para o calor. As cervejas de trigo da Alemanha também são bem refrescantes e as lambic com frutas também podem ser boa opção de aperitivo em dias quentes”, sugere Cássio.
9. Existe drinque com cerveja?
São poucos, mas existem. No México, a michelada é muito popular. Consiste de limão, um pouco de sal, cubos de gelo, cerveja pilsen e pimenta chilli em pó na borda do copo. Há variações da bebida em outros pontos da América Latina, que pode levar suco de tomate e outros temperos. Nos EUA também é possível encontrar variações de margaritas feitas com cerveja, assim como no Brasil alguns bares já se arriscaram a oferecer caipirinha de cerveja – o resultado é um refresco de cevada, com sabor diluído e “temperado” pelo limão.
10. O que é a cerveja “choca”?
Três efeitos indesejáveis na cerveja podem resultar numa bebida alterada, chamada popularmente de “choca”: a) perda de gás carbônico, por conta de algum defeito na tampa ou pelo “esquenta-esfria” da garrafa, que faz a tampa se contrair e expandir – e, consequentemente, escapar o gás; b) cerveja “velha” ou mal transportada ou armazenada e que perdeu suas características ideais; c) coagulação da proteína da cerveja – de novo por causa do processo de “esquenta-esfria” feito algumas vezes. Nesse caso, a bebida não tem sabor alterado, mas seu aspecto fica comprometido, levemente leitoso, num efeito chamado de turbidez.
Bebidas alcoólicas são proibidas para menores de 18 anos. Se beber, não dirija.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
A Cervejaria do Ano de 2011 na América Latina: Falke Bier
Latin American Brewery of the Year
Por Stephen Beaumont
(This is the fourth of several posts detailing what I found to be the breweries of the year for 2011 in various regions. Note that there is no science to the choices I have made, just my own highly subjective reasoning as detailed in each post. You can find my pick of the Brewery of the Year for Ontario here, Brewery of the Year for Canada here and U.S. Brewery of the Year here.)
The year past was one in which I had the privilege of acquainting myself with many breweries from Brazil, Argentina, Chile and elsewhere in Latin America, which makes deciding on this honouree all the more difficult. No doubt there are several worthy candidates brewing up great things in difficult market conditions, such as Cervejaria Colorado, Cervejaria Bamberg and Bodebrown Cervejaria & Escola in Brazil; Cerveza Jerome, Cerveza Zeppelin and Cerveza Artesanal Antares in Argentina; Cerveceria Kross, Szot Microbrewery and Tübinger Microbrews in Chile; Costa Rica’s Craft Brewing Company in, well, Costa Rica; and Cerveceria Minerva and Cerveceria Primus in Mexico. But as I looked back on my notes and impressions, one brewery stood out.
My choice for Latin American Brewery of the Year for 2011 is Falke Bier.
Brewer and owner Marco Falcone’s beers caught my attention the moment I first tasted his Estrada Real IPA, which I thought more akin to an ESB, but nonetheless enjoyed tremendously. Then I had a chance to linger over lunch with Falcone and sample many of his other brews, including the Ouro Preto, a schwarzbier for which he toasts the grain himself in a coffee-style roaster, the stylish Falke Bier Pilsen and Falcone’s attempt at a tripel, the somewhat variable Monasterium, which is spicy-fruity treat that in my opinion falls short of the stylistic mark, but remains a most appealing tipple.
What sealed the deal, however, was sampling his Vivre pour Vivre in Buenos Aires a number of months later. Lightly tart and quenching, this fruit ale undergoes lengthy barrel aging, exposure to lactobacillus culture and a final fermentation with native jabuticaba fruit, resulting in a beer of appetizing and spicy fruitiness and great character. I have read that it was the original product of a mistake in the brewhouse, which I have yet to confirm with Falcone, but even it it was, it remains a marvelous correction, and ample reason to push Falke over the top as my Brewery of the Year pick for Latin America..
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
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